Leonardo Boff, ou Genezio, o prenome que ele rejeita, talvez por achar um nome feio, de gente pobre, sem expressão. Até hoje usa o apelativo de "Frei", mesmo sem sê-lo, ou mesmo sem querer sê-lo, por ter rejeitado também a vocação. E, talvez por coerência (rejeitou o nome, a vocação), esta rejeição da vocação é tão profunda, é uma rejeição tão radical, que, aproveitando-se da formação recebida da Igreja Católica, elaborou uma "teologia", embaralhada com a teoria marxista, …
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