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Francisco deixa cardeal Zen com promessa vazia

Durante um encontro no início de julho com o Papa Francisco e o cardeal Parolin, o cardeal de Hong Kong, Joseph Zen, discutiu o documento do Vaticano permitindo que sacerdotes católicos se registrem com a cismática igreja do regime chinês.

Francisco assegurou a ele que "eu vou cuidar disso; eu vou me ocupar do assunto", disse Zen a ChurchMilitant.com (17 de julho).

Zen retornou a Hong Kong, mas não recebeu nenhuma resposta desde então, porque Francisco está "muito ocupado", sugeriu ele. Francisco está, atualmente, em agenda de férias.

Zen ressalta que o cardeal Parolin sabe o quão maus são os comunistas chineses, e que Francisco está "mal informado" por Parolin.

Como consequência, Zen nota que Francisco diz, por vezes, coisas "que fazem as pessoas rirem dele".

Zen informa que a perseguição de católicos na China aumentou desde o acordo de setembro de 2018 com o Vaticano.

Antes, sacerdotes podiam celebrar missas publicamente, mesmo nas cidades, embora isso fosse contra a lei. Desde o acordo, isso não é mais possível.

Fotografia: © Mazur/catholicnews.org.uk, CC BY-NC-SA, #newsLumiedhqhd