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sergio velloso

BERGO-IMBROGLIO: O GOVERNO DO MEDO

ULTIMAS NOTICIAS DO VATICANO, CLIMA ESQUENTA: FONTE Le Figaro
O IMBROGLIO DE BERGOGLIO CUMPRE PROFECIA DE SÃO PIO X - O LIBERAL ACABA AUTORITÁRIO, E VAI , ACABAR ENFIANDO AS MÃOS NUM ENORME VESPEIRO !!!!!
BERGO-IMBROGLIO:
O GOVERNO DO MEDO
29 DEZEMBRO, 2014
A guerra de Francisco contra os cardeais: entre remoções, ameaças e substituições.
Temido por toda a Cúria, o Papa remove ratzingerianos e promove progressistas,e isso para todos ,os Cardeais conservadores, representa, descontinuidade da Tradição Apostólica , e seria passar por cima das inúmeras encíclicas, das leis anteriores, e uma reforma , já seria a reforma da reforma, que houve em 1962 concilio VII.
“Sua maneira de governar é desconcertante.” Assim um alto oficial da Santa Sé comenta sobre as ações do papa Francisco. Remove os bispos e cardeais ratzingerianos e promove os progressistas.
Na Cúria, o confronto entre as duas alas da Igreja parece piorar cada vez mais.
Está invertendo a Igreja. Esta é a teoria sustentada por Jean-Marie Guénois na revista Le Figaro, de 19 de dezembro. O Papa que veio “do fim do mundo” eliminou todo o cerimonial: “Basta com as genuflexões diante dele, muito menos beijo nas mãos”. Nos círculos conservadores da Igreja se fala no processo de “deratzingerizzazione”.
O exemplo mais evidente diz respeito ao hábito sacerdotal. Com uma circular interna, Bento XVI havia imposto a batina para todos os consagrados que trabalham para a Santa Sé, enquanto Francisco – escreve Le Figaro – “repreendeu por causa do uso da batina, poucos dias atrás, um prelado que ele recebeu para uma reunião de trabalho”. Mas a “deratzingerizzazione” não se limita à forma. Não é feita apenas da remoção do cerimonial e decorações. É uma “deratizingerizzazione” de peso, feita através da remoção de bispos conservadores e promoção dos progressistas. Em Chigago, por exemplo, no último 20 de setembro, escreve Le Figaro, Francisco substituiu Francis Eugene George por outro “bispo americano considerado como mais progressista”, isto é, o Bispo Blase J. Cupich, que imediatamente começou a copiar o bispo de Roma, abandonando o “palácio episcopal na boa vizinhança de Gold Coast para viver em um lugar mais modesto.” Uma escolha que não leva em conta nem o fato de que a maioria dos católicos norte-americanos são conservadores e pró-vida.
Quando não remove, Francisco reduz o poder. Foi o que aconteceu com o Cardeal canadense Marc Ouellet, “promovido por Bento XVI e que acabou tendo que aceitar como “vice” um amigo de Francisco. O mesmo esquema no setor litúrgico: no dia 24 de novembro, o Papa nomeou o africano Cardeal Robert Sarah Africano, muito conservador, como chefe da Congregação para o Culto Divino, mas não sem antes remover no dia 5 de novembro – com efeito imediato – aqueles que deveriam ser seus dois assistentes: o inglês Anthony Ward e o espanhol Juan Miguel Ferrer Grenesche, dois prelados muito próximos da linha de Bento XVI em matéria litúrgica. Eles foram substituídos por um italiano que é muito favorável ao retorno da liturgia moderna, Padre Corrado Maggioni”.
O caso que causou mais repercussão, no que diz respeito às remoções feitas por Francisco, foi o do Cardeal Raymond Leo Burke. Enquanto Prefeito do Tribunal da Signatura Apostólica e “benedettiano” de ferro, Burke sempre esteve empenhado em valorizar o rito antigo liberado por Bento XVI com o Motu Proprio Summorum Pontificum de 2007. Não obstante o fato de que no Vaticano Burke é um dos homens que melhor domina questões jurídicas, foi removido do cargo de prefeito da Signatura Apostólica, em 08 de outubro, depois de ter expressado “publicamente a sua discordância do Papa Francisco sobre a questão dos divorciados recasados.”
Conforme relatado pelo Le Figaro, “o clima não é nada bom. Reina o medo porque hoje em dia ninguém está seguro de seu futuro, enquanto a Santa Sé sempre foi por excelência sinônimo de estabilidade.”
Este é o clima que se respira entre os muros leoninos. O clima desejado pelo Papa que “veio do fim do mundo.”