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Fruto do Novus Ordo: a catedral de Viena se tornou um vaudeville

Cinquenta artistas apareceram em 28 de maio dentro e fora da Catedral de Viena, na Áustria, com a desculpa de um "evento de caridade".

O show apresentou a história da Áustria nos últimos 700 anos. Foi organizado por Gery Keszler, o principal propagandista homossexual do país e confidente do cardeal Schönborn, de Viena.

A fachada da catedral foi usada como tela de projeção. Uma parte apresentava o esforço da Imperatriz Maria Theresia (+1780) para introduzir uma técnica de inoculação contra a varíola que, na época, matava entre 10 e 30% dos infectados. Este foi um golpe de propaganda óbvio para a vacinação da Covid (taxa de mortalidade: 0,2%).

Outra história fomentadora do medo apresentada no evento foi sobre a gripe espanhola. Durante sua apresentação, o cardeal Schönborn falou sobre os pesados danos sofridos pela catedral de Viena durante a Segunda Guerra Mundial - uma alegoria não intencional para a situação da Igreja de Schönborn em 2021. Ele citou o então Cardeal Innitzer de Viena (+1955), que disse: “Nós iremos reconstruí-la”. No entanto, não há nenhum sinal de qualquer construção na Igreja de Schönborn.

Ele apareceu somente no ato de aquecimento. O destaque do evento foi a "drag queen" Tom Neuwirth, que usa o nome artístico de "Conchita Wurst". Desta vez, ele estava vestido como Wolfgang Amadeus Mozart, mas a canção ridícula que apresentou foi um insulto à música, à pátria de Mozart e a Mozart.

Esta não foi a primeira aparição de Neuwirth na Catedral, cujos gerentes esperam ganhar mais relevância com esses shows, uma vez que a liturgia Novus Ordo já não é mais levada a sério, nem mesmo por seus proponentes.

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