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Luta nas sombras: documento do Vaticano critica "imposto [alemão] sobre sacramentos"

A Congregação para o Clero divulgou uma instrução em 20 de julho sobre a paróquia. Ela é aprovada por Francisco e afirma que o atual modelo paroquial “não é mais adequadamente” corresponde às “expectativas dos fiéis”.

O texto está cheio de chavões de Francisco, como “ouvir o Espírito”, “novos sinais”, encontrar “novas formas de acompanhamento e proximidade”. Ele escreve que as paróquias não devem ser fechadas por falta de padres ou dinheiro - embora isso aconteça o tempo todo e continuará acontecendo. O documento está ciente disso, portanto, diz que o agrupamento [= fechamento] das paróquias deve ser decidido pelo bispo com base na famosa “base caso a caso” de Francisco.

De acordo com o texto, as paróquias devem ser lideradas por padres - ou não: os leigos podem chefiar uma paróquia quando houver uma alegada "falta de sacerdotes". No entanto, o título ou a função de um pároco não deve ser conferida a esses párocos de fato. Os documentos reconhecem que os diáconos participam do Sacramento das Ordens Sagradas, o que excluiria a ordenação de diaconisas.

O texto quer doações durante a missa e que os sacramentos sejam gratuitos, não com um "preço a pagar" como um "imposto sobre os sacramentos". Isso evidentemente contradiz a práxis alemã de excomungar católicos que não pagam o imposto eclesiástico.

É de se perguntar por que essa instrução insolente foi produzida, pois já está claro que ninguém, inclusive os bispos alemães, prestará atenção a ela.

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