Clicks93
pt.news

Novas revelações de Viganò: Francisco protege pessoalmente "rede homossexual"

Aquelas partes da entrevista de 10 de junho no Washington Post, com o arcebispo denunciante Carlo Maria Viganò, que foram censuradas pelo jornal oligárquico, foram publicadas em LifeSiteNews.com, em 3 de junho.

Em tais partes, Viganò acusa Papa Francisco de pessoalmente acobertar dois casos de abusos.

O primeiro caso diz respeito a coroinhas na Basílica de São Pedro, que eram pupilos do Pré-Seminário Vaticano Pio X (segundo grau), liderado pela diocese de Como - Itália. Três seminaristas, dentre eles Kamil Jarzembowski, um colega de quarto de uma suposta vítima, supostamente testemunhou muitos incidentes de agressão sexual.

Viganò sabe que a investigação foi bloqueada pelo então bispo de Como, Diego Coletti, e pelos cardeais Comastri e Coccopalmerio. Jarzembowski foi expulso do seminário; as outras duas testemunhas saíram por si próprias.

O suposto abusador, Gabriele Martinelli, foi posteriormente ordenado padre em julho de 2017, apesar das acusações que nunca foram investigadas.

O segundo caso de Viganò é a promoção do arcebispo Edgar Penã Parra, por Francisco, como substituto na Secretaria do Estado, apesar de um dossiê detalhado acusando-o de ter seduzido dois seminaristas menores de idade em setembro de 1990.

Viganò viu o documento, onde o então reitor do maior seminário de Maracaibo - Venezuela, padre Enrique Pérez, que lidou com o caso, confirmou o incidente após ser questionado pela Secretaria de Estado do Vaticano.

Peña Parra também esteve envolvido, em agosto de 1992, na misteriosa mortede dois jovens garotos em decorrência de uma descarga elétrica no lago de Maracaibo. Ambas as acusações foram relatadas à Secretaria de Estado em 2002, enquanto João Paulo II estava no comando.

Não obstante, o secretário de Estado Parolin não se opôs à nomeação de Peña Parra como seu substituto.

Já em janeiro de 2011, enquanto Bento XVI era papa, Parolin, então Núncio Apostólico em Caracas, não se opôs à nomeação de Peña Parra como arcebispo e Núncio Apostólico no Paquistão.

Viganò ainda testemunha que Parolin sabe os nomes de diversos sacerdotes da Cúria envolvidos em fornicação sexual.

Segundo Viganò, Peña Parra está intimamente conectado ao cardeal pró-gay mão direita de Francisco, Maradiaga, e seu bispo auxiliar homossexual em desgraça, Juan José Pineda.

Viganò interpreta as políticas de Francisco como “proteção de uma rede homossexual”.

#newsLendbapdtz