INCONSCIENTEMENTE PODEMOS VER COM OS OLHOS FECHADOS

INCONSCIENTEMENTE PODEMOS VER COM OS OLHOS FECHADOS

O professor Lombroso encontrou uma história que, em ataques de hipnotismo espontâneo, perdia completamente a visão pelos olhos, vendo, entretanto, com a mesma acuidade, pelo lóbulo da orelha esquerda. Não só distinguia as cores, mas até os caracteres de uma carta chegada há pouco tempo. Mais ainda, concentrando com uma lente alguns raios de luz sobre o lóbulo da orelha, a histérica ressentia-se vivamente e gritava, sacudia a cabeça e cobria a orelha com o braço. Igual fenômeno sucedia com o sentido do olfato: a amônia e a assafétida, aplicadas ao nariz, não davam nenhuma reação. Aplicadas ao queixo, faziam espirrar e obrigavam a doente a afastar a cabeça em sinal de náusea e enjoo.

Foi muito famoso um caso de uma menina que como resultado de uma queda ficou cega. Com grande vontade de vencer, a menina, sem saber exatamente o absurdo que poderia parecer a sua pretensão, exercitou as extremidades dos dedos até reconhecer perfeitamente as cores apenas com um simples toque dos dedos sobre elas. Após algum tempo, a menina conseguiu aprender a ler e escrever com notável facilidade.

Outro caso muito conhecido, é o de três irmãzinhas de 11, 13 e 14 anos, plenamente normais, que “viam” pela fronte e não pelos olhos, de uma maneira espantosa.

Muitos animais podem sentir as vibrações do ar, a reflexão de barulhos, a sensação tátil dos raios de luz refletidos nos objetos, dando a impressão de que “veem”, apesar de que em experiências todos esses animais estavam cegos. Certos selvagens, pelo exercício, possuem um ouvido que supera os mais sensíveis microfones.

Um caso muito famoso, o de Rosa Kullechova, foi estudado pela Universidade de Leningrado. Rosa, depois de ficar impossibilitada de ver, “lia” livros e revistas pelas pontas dos dedos. Distinguia pelas pontas dos dedos as cores dos objetos, percebia, sem contato, objetos mínimos. Inclusive, isso se realizava na semiobscuridade. “Via” pelas pontas dos dedos, inclusive sob iluminação infravermelha (a luz infravermelha é invisível normalmente ao sistema ocular humano), apesar da pouquíssima graduação da luz.

Assim nasceu a explicação dos homens que “veem” sem olhos (ou cheiram pelo queixo ou ouvem pelas mãos). Não veem (não cheiram nem ouvem). Sentem o contato dos raios de luz, das vibrações do ar (dos eflúvios odoríferos) e o cérebro responde causando uma alucinação correspondente.

Por Luiz Roberto Turatti, aluno do CLAP – Centro Latino-Americano de Parapsicologia, dirigido pelo revolucionário Prof. Dr. Padre Oscar González-Quevedo, S.J.

ESSE ARTIGO JÁ FOI PUBLICADO EM:

“Jornal de Araras”, Araras, SP (Brasil), sexta-feira, 15/11/1991

USINA DE LETRAS (usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=TURATTI).

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“Fora da VERDADE não há CARIDADE nem, muito menos, SALVAÇÃO!” (Luiz Roberto Turatti).

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