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Cérebros abortados? Instituto de Paglia defende o aborto novamente

O padre Pier Davide Guenzi, professor de teologia (i)moral no Instituto da Família João Paulo II, em Roma, afirma que a lei italiana sobre o aborto, de 1978, tinha "boas intenções", mas foi arruinada por "aplicações ruins".

Guenzi fez sua declaração tola em uma transmissão ao vivo em 7 de fevereiro, apresentada pelo jornalista Arnaldo Casali, ex-chefe das Comunicações do Instituto.

Segundo Guenzi, a existência do aborto iníquo deve ser basicamente ignorada. Em vez disso, deve-se levantar uma [inespecífica] "consciência sobre o tema da vida" em vez de "o julgamento negativo de uma lei".

Ante LaNuovaBq.it, Casali proferiu o absurdo de que a lei do aborto assassino se aplica ao aborto como a legítima defesa ao homicídio: "Com legítima defesa mata-se uma pessoa sem ser a favor da legalização do homicídio".

Casali confirmou que a transmissão foi "preparada longamente com alguns professores do Instituto, a começar pelo professor Gilfredo Marengo", vice-reitor.

O chanceler do Instituto é Vincenzo Paglia, escandoloso arcebispo amigo de Francisco. Em 29 de janeiro, o Instituto publicou na Internet a afirmação maluca de que “defender o direito ao aborto não significa defender o aborto”.

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