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vida espiritual: morar em graça de Deus 16.3.2014

Sermão II° Domingo de Quaresma [28] 16 março 2014
Leitura 1 Thess 4,1-7
Evangelho Mat 17,1-9

As provas provêm de Jesus

Falamos esta semana da Igreja como asilo onde se refugiam os perseguidos. Toda a quaresma, as quintas-feiras indicam o assunto pela semana seguinte. O número 5 é o de encontrar, também da luz ou da alegria. Vejamos o sistema das quintas-feiras nas estações 17-62 (= 46, número do templo messiânico).

A Sancta Maria in Domnica
A mentira principal do Concilio Vaticano II era que a pessoa humana teria o direito positivo de escolher sua religião que achar conveniente, já que todos os homens procurariam a verdade dialogando, esponendo suas convições pessoais. O direito (falso) de escolher a religião seria fundado no ser pessoa humana (= dignidade). À diferença dos animais ou das prantas, a pessoa pode pensar, e nisso estaria sua dignidade. Pensamento condenado.

Porém esta dignidade é uma ilusão (um conceito de homem), porque tautológica: a pessoa é digna porque pessoa, mas esta asserção diz nada! A pessoa seria digna de fazer algo se tiver um direito a propósito: sou digno de tratar almas porque sou sacerdote, sou digno de julgar affares porque sou eleito juiz.
A dignidade vem de fora, não é inerente ao homem. São Leão chama aos cristãos que lembrarem-se de sua dignidade de ser filhos de Deus, de não esquecerem praticar o amor de Deus.

Vemos que a dignidade é uma habildade moral, e as pessoas dignas num qualquer raporto tem que conformar-se com o respetivo modelo. O cardiólogo deve conhecer o coração.
B Nossa Senhora no lugar do Redentor
Na liturgia católica a Igreja confessa o que recebe de Deus por Jesus Cristo no Espírito Santo. Se os fiéis dão Missas por uma intenção específica pode ser que ném é necessário, mas que a Missa honra a Jesus ou uma pessoa santa por haver merecido uma graça ou haver pregado com efeito. É vero que é às vezes aborrecido rezar tantas Missas por um pedido que já é realizado ou que nunca se realizerá, mas constatamos nestas celebrações a fé prática de quem dá os estipendios.

O contrário vê-se na prática moderna de depositar as urnas dos defuntos em privado, até de sacerdotes, com efeito que nenhum pode ir no cimetério rezar, e talvez os defuntos nem acreditabam mais na graça da igreja católica. No dia 9 de março faleceu um sacerdote a 86 anos e segundo o anúncio funebre nem se dirá Missa e o pó sera depositado uns 10 dias mais tarde num lugar segredo. Um sacerdote que trataba das coisas de Deus se despide assim: perdeu a convição sobre a função da Igreja mesma.

Na igreja estacional de hoje vemos um mosaico da Nossa Senhora na ápside, o que é singular. Jesus Cristo se humilia e deixa seu lugar a sua mãe: um avertimento aos servos de sumeterem-se à Igreja católica e de aceitarem as suas regras. Não compete à mulher tomar do marido e vender o património da família,
não compete aos servos da comunhão eclesial tomar elementos da fé e pôr à disposição dos incrédulos.

C Igreja católica na humildade de Jesus Cristo
São Paolo insiste hoje: nós vos rogamos e suplicamos no Senhor Jesus que assim como aprendestes de nós, o modo como deveis andar para agradar a Deus, assim continueis, para progredirdes cada vez mais. Vós bem sabeis as instruções que vos dei, em nome do Senhor Jesus. ... sem se deixar arrastar pelas paixões das concupiscencias, como fazem os Gentios, que não conhecem a Deus, e que ninguém defenda ou enrede o seu irmão neste assunto, porque Deus castiga todas estas coisas, como já vos dissemos e atestámos. Na mesma carta aos Tessalôniceses lemos na Missa exequial, onde são Paolo diz: não queremos que fiqueis na ignorância quanto aos mortos, para que vos não aflijais, como fazem os outros que não têm esperânça. Vedes o paralelismo: os Gentios que não conhecem a Deus, os outros (infiéis) que não têm esperânça.

Nos devemos continuar na graça, e não esquecer Deus e cair e puxar os outros na perdição. Os sacerdotes que se despidem sem liturgia exequial dão o máu exemplo de falta de fé e enredam os fiéis na mentira: não existe Deus, não podemos fazer-nos uma imagem, não podemos definir na Igreja a qualidade de Deus.
Mas sim fazem se uma imagem falsa de Deus: seria misericordioso e perdoa quem morre no pecado, e desaprova os santos mártires.

Sim, podemos, e devemos afirmá-lo, como lîmos ontem na primeira leitura, como insistiu o rei Ezequias quando o profeta Isaia veio prenunciar-lhe a morte proxima. E pois Ezequias disse a Deus todo o que conheceba d’Ele e tudo o que fazeba a seu Nome. E pois Deus lhe concedeu ainda 15 anos, simbólicos pela vida eterna (15 é o número da retribução). Deus lhe deu 15 anos porque Ezequias acreditaba em Deus e mostrou-lo públicamente.

Hoje porém a igreja oficial não quer mais defender a fé para conhecer a Deus vero e pretende que cada um possa escolher a crênça falsa que lo ilude no inferno.
E nem os Estados católicos devem mais defender a religião católica e a Igreja que procura o culto público de Deus. Porque todas as religiões se fundam na pessoa humana que é modelo da sociedade civil. A Igreja do Concilio abdicou o cristão e profetiza o filho da ira, pegado pelo pecado original, e consequentemente permite que seja queimado depois da morte.

A libertade religiosa é o mais grande escândalo dos 50 anos decurridos e causa da perdição de milhares de almas e decepção de muitos convertidos e sacerdotes que viram na vera religião para servissem e amassem a Deus e aos homens.

Meu pai também diz – quando lhe falo destas coisas – que não é possivel todos os homens acreditarem ou pensarem o mesmo. Quando lhe digo contro o assunto da fé e da ajuda de Deus, ele me iride e diz que muitos fezeram crimes a nome de Deus.

O que importa na política de hoje e que pensemos em Deus e que contemos com sua graça, uma graça que recebemos na só Igreja católica se confessamos a fé que ela deve espalhar. Para isso significar, está a Mãe de Deus na ápside da Igreja estacional de hoje. Devemos estar sob o Céu e aspirá-lo e rejeitar tudo o que nos afastar dele. Consideramos as dificuldades de todos jeitos como sinais de amor de Deus que quer puxar nos, por sua graça, na fé de seu santo Nome, no rebanho da santa sociedade Igreja católica.

Amen.

Resumo
A grande mentira é que a pessoa pode escolher-se sua verdade. Esta idéia vem dos teólogos heréticos que venceram no Concilio Vaticano II.
O filho de Deus deve conformar-se à graça que lhe permite conhecer a Deus e receber e confessar suas santas Leis. Esta graça provém da fé pregada pelos Apóstolos, na intimidade de Jesus.