Dom Eleganti adverte contra a "Fraternidade Universal" sem Cristo
Ele sublinhou que, de acordo com a doutrina cristã, as pessoas não são "filhos de Deus" pelo simples facto de existirem. Pelo contrário, recebem esta identidade através da fé em Cristo e do batismo. Qualquer modelo de fraternidade humana que obscureça esta verdade deixa de ser autenticamente cristão, disse ele.
A missão não pode ser substituída pelo diálogo
Monsenhor Eleganti advertiu que a missão da Igreja não deve ser reduzida ao diálogo inter-religioso que evita a proclamação da verdade.
Ele também observou o impacto das imagens dos media que mostram líderes religiosos a rezar juntos, o que sugere implicitamente que "uma religião é tão boa como outra".
Críticas às declarações do Papa Francisco
Além disso, o Bispo Eleganti criticou as declarações controversas do Papa Francisco. Citou a declaração de 2024 em Singapura de que "todas as religiões são um caminho para Deus", bem como a afirmação de que todas as pessoas são "filhos de Deus" por natureza. Esta linguagem obscurece a singularidade de Cristo e reflecte uma forma de pluralismo religioso que rejeita a verdadeira religião.
O bispo também desafiou a Declaração de Abu Dhabi de 2019, particularmente a sua afirmação de que o pluralismo religioso faz parte da "sábia vontade divina". Argumentou que Deus não pode querer positivamente religiões que negam a divindade de Cristo ou a Trindade.
Monsenhor Eleganti citou o Islão como sendo histórica e doutrinariamente incompatível com o Cristianismo. Rejeitou a afirmação de que as religiões "nunca incitam à guerra ou ao ódio", citando exemplos contraditórios de textos fundadores e da história.
Tradução de IA