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Em frente à câmera: Francisco enganado por supostos ativistas de "abuso" [VÍDEO]

Após a audiência geral de 20 de fevereiro, o Papa Francisco encontrou um grupo de ativistas anticlericais poloneses que exploram "abusos".

O grupo foi liderado pela deputada polonesa Joanna Scheuring-Wielgus e Marek Lisiński, chefe da obscura fundação "Don't be afraid" [Não tenha medo].

Os dois apresentaram a Francisco um "relatório" sobre "abusos" clericais não confirmados na Polônia.

Francisco começou a rezar com eles, aparentemente ninguém lhe disse que Scheuring-Wielgus e Lisiński são militantes ateus.

Quando soube que Lisiński havia sofrido supostos "abusos", Francisco beijou suas mãos. Depois prometeu ler o "relatório" no próximo sínodo.

Scheuring Wielgus é uma ativista pró-gay e pró-aborto. Ela disse que ninguém tem permissão para chamar um feto de "criança" ou "ser humano". Com o seu relatório, ela pretende provocar "a renúncia do episcopado polonês".

Lisiński disse à rádio estatal polonesa que quer dinheiro, dando os exemplos da Austrália e dos EUA.

Ex-alcoólatra, ele alega ter sido "abusado" por seu pároco quando era um coroinha de 13 anos de idade, embora não haja provas de que ele tenha desempenhado tal função.

A Igreja é uma das poucas organizações na Polônia que criou políticas especiais contra abusos sexuais contra menores. No entanto, o "relatório" ataca apenas a Igreja.

Ele contém poucos casos de abusos comprovados. A diocese de Opole já publicou uma longa lista que detalha as numerosas falsidades apresentadas sobre um padre de Opole acusado de assédio.

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