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A prova: "pandemia" da Covid-19 é uma farsa

A Anvisa anunciou em 26 de abril que não recomendaria a importação da russa Sputnik V - uma das melhores, mais baratas e seguras vacinas contra a Covid-19, informou o NYTimes.com. A Sputnik V é contaminada por aborto.

Diz-se que o Brasil tem "o segundo maior número de mortes por coronavírus do mundo". O país tem lutado para obter suprimentos suficientes de vacinas.

A Anvisa afirmou que permanecem “dúvidas” sobre o desenvolvimento, a segurança e a fabricação da vacina. Mais de 30 países usam a Sputnik V - na América Latina: Argentina, Bolívia, Venezuela, Paraguai, México e Nicarágua. Um estudo revisado por pares publicado na revista The Lancet disse que a Sputnik V teve uma taxa de eficácia de 91,6%.

Por que então o Brasil recusou? A resposta está enterrada profundamente no árido relatório anual de 72 páginas do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, que contém esta admissão surpreendente:

“Funcionários de saúde dos EUA sob o presidente Donald Trump trabalharam para convencer o Brasil a rejeitar a vacina Sputnik V da Rússia, contra o coronavírus" (fonte: aqui). O regime Biden evidentemente manteve esta política.

Enquanto isso, a Agência Médica Europeia, o regulador de medicamentos da UE, está intencionalmente lenta em sua aprovação da Sputnik V, investigando os "padrões éticos dos testes da vacinas Sputnik". Nenhum outro ensaio de vacina foi questionado a esse respeito.

Ao mesmo tempo, o lento lançamento da vacina e os contínuos bloqueios estão custando aos países da UE bilhões de euros por dia. Esta é a prova de que a Covid não é sobre uma "pandemia", mas [apenas] sobre "política".

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